26 de Dez de 2009

ordem de trabalhos da reunião de câmara do dia 28.12.2009 ...14.30

não a posso colar aqui...por enquanto...

25 de Dez de 2009

Sigo a sugestão da Vanda e de Neruda: Dar sempre o melhor de nós

http://www.vandafurtadomarques.blogspot.com/

Vale a pena dar sempre o melhor de nós
O espírito Natalício ajuda e abre o coração das pessoas para os actos
de solidariedade e partilha e torna-nos mais preocupados com os outros.
Mas e depois… Depois devemos dar o melhor de nós, todos os dias e
às vezes basta um sorriso, uma palavra carinhosa, um abraço, um elogio
para poder mudar o mundo. Cada um de nós é responsável por essa mudança…
Sê… como diz Pablo Neruda.


Se não puderes ser um pinheiro,
no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale
mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo,
se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo,
sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol,
sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.
Pablo Neruda

24 de Dez de 2009

Vamos à luta pelo Natal em cada dia...em cada hora...em cada minuto...

Paulo Carvalho canta Ary dos Santos
http://www.youtube.com/watch?v=_O-qey4cGQE&feature=related

Deco sensibiliza para poupar electricidade e boas práticas


Sensibilização para o consumo da electricidade e alterações climáticas
Dezembro 22nd, 2009 · Sem Comentários
A DECO – Associação Portuguesa da Defesa do Consumidor, com o apoio da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos lançou uma nova campanha que aborda a temática da energia eléctrica e alerta para as consequências das alterações climáticas.
Esta campanha tem como público-alvo os consumidores em geral e nomeadamente os alunos do secundário com os quais serão realizadas sessões de esclarecimento nas quais serão desenvolvidas algumas actividades no âmbito das energias renováveis.
As sessões junto da comunidade escolar têm como objectivo fundamental alertar os jovens para a temática do consumo da electricidade e alterações climáticas e sensibilizar os jovens para as consequências da produção e consumo insustentável de energia.
Nestas sessões serão abordados temas como a consequência da produção e consumo de electricidade, a relação entre a produção de energia e as alterações climáticas e o nosso contributo como consumidores na racionalização de energia e alterações climáticas.
No papel de consumidores podemos ter uma atitude mais “amiga” do ambiente e reduzir a nossa pegada ecológica racionalizando os nossos consumos de energia. Para racionalizar o consume energético nas nossas casas devemos eliminar os consumos de energia desnecessários, ou seja, sempre que houver um equipamento ligado que não esteja a ser utilizado devemos desligá-lo, por exemplo desligar as lâmpadas que ficam acesas sem estarem a ser necessárias.
Também podemos optar por equipamentos mais eficientes isto é, que consomem menos energia durante os seu funcionamento. Para isso antes de adquirir-mos um equipamento novo para as nossas habitações devemos ter em atenção a etiqueta energética e optar sempre pela classe A, A+ ou A++. Estas etiquetas estão presentes em muitos dos equipamentos, por exemplo máquinas de lavar loiça e roupa, frigoríficos lâmpadas, máquinas de secar roupa entre outros.
Para equipamentos informáticos devemos ter em atenção ao rótulo ecológico europeu e ao símbolo do “energy star” ambos indicam aos consumidores os equipamentos mais ecológicos e que menos energia consomem. Para quem quiser inverstir mais um pouco e reduzir substancialmente a sua pegada ecológica pode ainda investir nos programas de apoio à microgeração e produzir energia mais limpa.
Com estes gestos podemos reduzir muitos KW de energia consumidos e produzir energia com menor impacte ambiental.
Atendendo à importância da divulgação destas temáticas, as sessões de esclarecimento com os alunos serão realizadas por todo o país pela Brigada Carbono da delegação responsável pelo distrito. Para agendar uma sessão numa escola do distrito de Santarém basta contactar a delegação da DECO de Santarém através do e-mail; brigada.santarem@deco.pt ou através do número 243 329 950.

Brigada Carbono de Santarém
Mónica Martins

Ontem houve entrega das chaves dos 19 fogos da Fundação Maria Oliveira...

Não fui convidado...
a notícia é da cister.fm

Entregues as chaves dos 19 fogos de habitação social
Foram entregues esta quarta-feira as chaves dos 19 fogos de habitação social, situados na Rua do Centro de Saúde, em Alcobaça. A cerimónia foi presidida pelo Governador Civil de Leiria, José Paiva, e marcaram também presença o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, e o Presidente do Conselho de Administração da Fundação Maria e Oliveira, António Carvalho Rainho.
As habitações, dois blocos compostos por cinco T1, dez T2 e quatro T3, irão funcionar em regime de renda apoiada de igual número de agregados familiares em situação de carência habitacional, implementadas num prédio urbano propriedade da Fundação, Freguesia de Alcobaça.
Uma obra que resulta de dois acordos de colaboração assinados entre o Município de Alcobaça, a Fundação Maria e Oliveira e o IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana.
O projecto resulta ainda da integração das entidades no PROHABITA – Programa de Financiamento para Acesso à Habitação, criado pelo Decreto-Lei n.º 135/2004, a 3 de Junho, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 54/2007, de 12 de Março, que veio dinamizar a resolução de situações de grave carência habitacional, quer através da construção ou aquisição de habitações para alojamento das famílias abrangidas, quer através da reabilitação das habitações sociais degradadas em que residem.
Ao Município coube a análise dos projectos necessários à execução da obra e a prestação de apoio técnico à Fundação. A Fundação elaborou o projecto e a execução da obra. Ao IHRU coube a concessão de apoio financeiro e técnico para a promoção dos programas habitacionais propostos.
Mais Informação
Assinatura de Protocolo:
Município de Alcobaça e Fundação Maria e Oliveira – 26 de Maio de 2009, Edifício Paços do Concelho
Município de Alcobaça e IHRU - 1 de Junho de 2009, Centro Cultural de Belém
Financiamento:
€ 555.637,00 - Município beneficia de este valor máximo, a conceder pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, IP)
Até €208.364,00 – sob forma de comparticipação a fundo perdido pela IHRU
Até €347.273,00 – sob a forma de empréstimo bonificado a conceder pela IHRU
.Texto:CMA

12 anos a trabalhar para o boneco...Louvor!!!


Bela e bem merecida exposição...

S. A. Marionetas, Teatro e Bonecos no Mosteiro de Alcobaça"Há notícia da existência do teatro de marionetas em quase todas as civilizações: na Europa da Antiguidade, na China e na Índia. Do Pulcinella ao Punch, do Don Cristóbal ao Dom Roberto, é vasta a plêiade de bonecos pela Europa fora. Divertidos ou dramáticos, o seu papel é indelével na análise e crítica da sociedade. No século dezoito, António José da Silva, «o Judeu», levava à cena diversas óperas para marionetas, criando personagens densas e ricas do ponto de vista psicológico. O seu êxito foi imenso mas veio a ser condenado à morte pela Inquisição.Perde-se nos tempos a tradição do teatro de marionetas em Portugal. Todos nós nos recordamos das barracas, muitas vezes em chita de Alcobaça, de onde sobressaíam pequenos bonecos que alegravam miúdos e graúdos, nas feiras populares, nas praias ou nos jardins. Estes «bonecreiros» andavam de terra em terra, de barraca às costas, muitas vezes fugindo às autoridades, já que os seus fantoches, frequentemente eram irreverentes, afrontando os bons costumes. Algumas peças representadas pelos bonecos são de tradição popular, outras são criadas propositadamente para determinados espectáculos.A companhia S. A. Marionetas foi criada como estrutura profissional em 1997, embora o trabalho dos seus fundadores nesta área já tivesse lugar na década anterior. Desde essa altura, dedicaram-se à criação de peças originais, que têm levado em itinerância por Portugal e pelo exterior. Desde essa altura estiveram ligados a esta companhia o nome de José Gil, Sofia Vinagre, Jaime Leão, Bárbara Santos, Natacha Pereira e, mais recentemente, Rui Sousa. Estabeleceram co-produções com o Festival Cistermúsica, com as Comemorações dos 650 anos da morte de Inês de Castro, com a companhia de bailado CeDeCê, com as Comemorações dos 200 anos da partida da Família Real para o Brasil, com o Igespar e com alguns nomes importantes da música: os Gift, no vídeo «Question of Love» (Prémio Melhor Produção TMN 2002) e o tubista Sérgio Carolino, com quem fizeram o espectáculo «Tubic». Internacionalmente, têm participado em festivais diversos em Itália, Alemanha, Espanha, País de Gales, França e Inglaterra.Em Alcobaça, desde 1998 que desenvolvem o Festival Marionetas na Cidade, tendo sido reconhecido como «de interesse cultural» pelo Ministério da Cultura. Pelo seu trabalho, a companhia foi premiada com o Prémio Afonso Lopes Vieira, na categoria Artes e Espectáculo, em 2006. De 1997 até à actualidade, a S. A. Marionetas estreou 31 produções originais, tendo levado a cabo 1336 representações. De resto, a companhia tem no seu currículo a efectivação da educação pela arte, pegando em temas históricos como a história de D. Pedro e D. Inês de Castro, o tempo de D. Maria I, D. João VI e a mudança da Corte para o Brasil ou lendas como a da Padeira de Aljubarrota – dentro da transversalidade dos temas que aborda, a S. A. Marionetas não esquece a história da região que a viu nascer.A exposição «12 Anos a trabalhar para o boneco» na Galeria de Exposições Temporárias do Mosteiro de Alcobaça, apoiada pela Câmara Municipal de Alcobaça, consagra e demonstra o trabalho da S. A. Marionetas que conquistou já, pelos seus méritos, um lugar indelével na História do Teatro de Marionetas em Portugal."
texto de Jorge Pereira de Sampaio
Comissário da Exposição
A Exposição está patente até ao dia 19 de Fevereiro de 2010, de Segunda a Domingo, das 10 às 17 horas - Entrada Livre

Recauchutagem 31 merece um Louvor




a notícia é do Região de Cister:



Recauchutagem 31 distribui 25 mil euros
A empresa de Alcobaça completou 40 anos e, em vez de receber, decidiu dar prendas, distribuindo 25 mil euros por várias colectividades da região. Coube aos clientes a escolha dos beneficiados.
Há noites especiais. E a noite de sábado foi sem dúvida uma delas, não só para a Fedima Tyres/Recauchutagem-31 (R31) que completou 40 anos, como para dezenas de instituições e colectividades dos concelhos de Alcobaça e da Nazaré que foram galardoadas com 25 mil euros (ver tabela).Através desta acção, Carlos Marques, administrador da Fedima Tyres/R31, provou que uma empresa é muito mais do que o seu capital social.“Uma empresa - uma empresa bem sucedida - tem sempre na sua génese um acreditar forte, uma paixão”, salientou.Foi isso que administração provou ao ajudar financeiramente instituições e colectividades, ao homenagear e agradecer os seus colaboradores, funcionários, clientes e pilotos que competem com pneus da casa.Entre os dias 13 de Julho e 11 deste mês, os clientes dos Pneus do Alcôa, outra das empresas da família Marques que comemora este ano 21 anos, foram convidados a preencher um cupão no qual indicavam as instituições ou colectividades que queriam que beneficiasse dos 25 mil euros. A maioria das escolhas recaiu sobre o Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (2.500 euros), seguida dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça (dois mil euros) e Empresa festejou 40º aniversário na presença de várias centenas de pessoas Recauchutagem-31 deu 25 mil euros a instituições

As restantes foram contempladas com 500 euros. No total, a Fedima Tyres/R31 ajudou 41 instituições.Durante o discurso, Carlos Marques referiu que o compromisso social foi desde sempre uma das imagens de marca da empresa. “Contribuir socialmente, fazer chegar ajudas aos que mais precisam. É também esse um dos papéis fundamentais das empresas - no nosso ponto de vista - e nunca deixámos de o fazer”, garantiu o administrador.

Ao receber os 2.500 euros, José Ferreira Belo, presidente do Ceeria, agradeceu a “confiança e carinho” da comunidade ao escolheram a instituição. Além disso, enalteceu a acção de solidariedade levada a cabo pela Fedima Tyres/R31. “Normalmente quando fazemos anos esperamos receber presentes, aqui fizeram ao contrário, ofereceram eles”, comentou.Um vídeo com fotografias sobre a história e evolução da empresa, no qual muitos se viram como menos 25 anos, foi um dos momentos altos da noite.A Fedima Tyres/R31, promete Carlos Marques, vai continuar a lutar para manter-se como uma das melhores empresas na produção de pneus e ajudar quem mais precisa.

texto/fotos luci pais

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e esta é a notícia da cister.fm

2009-12-21 17:08:00
Recauchutagem 31 entregou 25 mil euros a 41 instituições
A Recauchutagem 31 entregou 25 mil euros a 41 instituições no âmbito da "Acção de Solidariedade" comemorativa dos 40 anos da empresa e dos 20 anos dos Pneus do Alcoa.

Bombeiros Voluntários de Alcobaça (BVA), Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (CEERIA) e União Recreativa do Bárrio (URBA) foram os principais vendedores, escolhidos através de uma votação que decorreu entre 13 de Julho e 12 de Dezembro.

Os BVA vão receber 2.500 euros, o CEERIA 2.000 e a URBA 1.500 euros. Todas as restantes 38 instituições irão receber 500 euros cada.

Carlos Marques, administrador das empresas Recauchutagem 31 e Pneus do Alcoa, considera que «estes vencedores mostram a importância que a sociedade lhes dá, enquanto instituições».

Por parte do Centro de Educação Especial, José Belo agradeceu «a generosidade de quem, em dia de aniversário, em vez de receber, decidiu dar prendas», classificando a atitude do empresário de «muito meritória ao pretender ajudar instituições de âmbito social».

Por seu turno, Mário Cerol, comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcobaça, agradeceu a iniciativa das empresas administradas por Carlos Marques, referindo que se tratou de uma «boa e generosa prenda de Natal».

A URBA, através do presidente da direcção, Fernando Marques, sublinhou o «gesto simpático e generoso» do empresário do sector dos pneus e revelou que as «verbas vão ser aplicadas na formação desportiva das crianças, no âmbito do Desporto Escolar».
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